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Química - Os Cientistas - O átomo e a mecânica quântica

Química - Os Cientistas


Origem Atomística:

Leucipo (500 a.C.) e Demócrito (460 a.C. - 370 a.C.) foram dois filósofos gregos. Leucipo era contemporâneo de Empédocles e veio de Mileto, Abdera ou Eléia. Leucipo foi muito influenciado pelo filósofo Zeno (Zenão) de Abdera e sua escola em Eléia. Demócrito nasceu em Abdera no norte da Grécia, estudou na escola de filosofia de Leucipo (fundada em 440 a.C.) em Abdera e depois foi o sucessor de Leucipo.
Mileto, cujo nome em grego deve ser transliterado para Miletus, fica hoje na costa da Anatolia, na Turquia. Ela foi o berço de uma das antigas escolas gregas de filosofia. Um fato curioso é a existência de uma cidade chamada Mileto na Calábria, na Itália, que foi fundada por fugitivos de Miletus. A Figura 1 mostra a Turquia com a localização de Miletus.



Link: http://web.ccead.puc-rio.br/condigital/mvsl/linha%20tempo/Leucipo_Democrito/pdf_LT/LT_leucipo_e_democrito.pdf

Átomo: Era considerado por muito tempo, a menor partícula da matéria. 

Com as descobertas dos cientistas Dalton (Esfera maciça e indivisível), Thomson (Pudim de Passas - Descobriu-se o elétron), Rutherford (Experimento da folha de ouro - Descoberta do núcleo e do próton), Bohr (Postulado sobre camadas eletrônicas etc) e tantos outros, como Schrodinger (Equação de onda, é definida por uma função de estado ou de onda que depende das coordenadas e do tempo, e é uma função complexa (I = Y(x) + F(t)), em que Y(x) é a função de estado ou de onda independente do tempo, apenas dependente das coordenadas e I é a função de estado dependente das coordenadas e também do tempo. Por causa disso, a função I é uma função dependente do tempo)  , revolucionaram a forma de pensar a respeito do átomo.

O Pai da Mecânica Quântica Velha é o Planck, com sua descoberta a respeito da radiação do corpo negro. De Broglie, Pai da mecânica quântica nova, com sua descoberta da dualidade onda-partícula.


Química dos Explosivos - Arquivo Doc Unesp


Histórico dos explosivos (Arquivo DOC Unesp)

China : pólvora usada como pirotécnico. Mais tarde como propelente de projéteis (primeiros canhões).
1354 DC: monge Shwartz: mistura explosiva semelhante à pólvora, usada para fins bélicos: morteiros, bombardas, etc. ...
1847: Nitroglicerina (Ascanio Sobreno). Explosão muitas vezes maior que o da pólvora, mas perigosa com movimentos bruscos ou atrito.
1863: Alfred Nobel misturou Kieselguhr (Diatomacea) à Nitroglicerina, criando a Dinamite: explosivo com boas condições de segurança.
1923, Oppau (Alemanha): ao dinamitar uma partida de Nitrato de Amônio empedrada por da umidade provocou-se enorme explosão.
De outro acidente nasceu o ANFO (Ammonium Nitrate and Fuel Oil) mistura de Nitrato de Amônio e Óleo Diesel, quando o choque entre dois navios, carregando os dois produtos, resultou em incêndio seguido de violenta explosão que arrasou o Porto de Texas.
1958: Surgem as Lamas Explosivas: misturas em proporção adequada de Nitrato de Amônio, Óleo Diesel, Água e outros produtos tais como pó de Alumínio, Goma, Bórax... Pela enorme quantidade de energia útil desenvolvida, apresentam grande capacidade de trabalho na ruptura de rocha e materiais duros em geral.
Explosivos industriais são substancias ou misturas de substancias que, quando excitadas por algum agente externo, são capazes de decompor-se quimicamente gerando considerável volume de gases a altas temperaturas. Estas reações de decomposições podem ser iniciadas por agentes mecânicos (pressão, atrito, impacto, vibração, etc.) pela ação do calor (aquecimento, faísca, chama, etc.) ou ainda pela ação de outro explosivo (espoletas, boosters, ou outros iniciadores). A tendência atual sugere que na sua fabricação sejam utilizados componentes que isoladamente não sejam substancias explosivas, de forma a garantir completa segurança dentro das fabricas.

Combustão, Deflagração e Detonação
A reação química de decomposição do explosivo pode dar-se sob a forma de combustão, deflagração e detonação em função das características químicas da substancia explosiva, bem como das condições de iniciação e confinamento desta.
Combustão- E uma reação química de oxidação e geralmente ocorre por conta do oxigênio do ar. O fenômeno ocorre em baixas velocidades e tem como exemplo a queima de um pedaço de carvão.
Deflagração- Quando a velocidade da reação de decomposição da substancia explosiva é maior que o caso anterior, chegando em alguns casos a 1.000 m/s, ocorre a deflagração. Nesta reação há a participação não só do oxigênio do ar mas também daquele intrínseco a substancia. E o caso da decomposição das pólvoras, ou ainda de explosivos mais potentes (se submetidos a condições desfavoráveis de iniciação e confinamento).
Detonação- É uma reação de decomposição com a participação exclusiva do oxigênio intrínseco da substancia explosiva, ocorrem com velocidades que variam de 1.500 m/s a 9.000 m/s. Em função da quantidade de energia envolvida no processo, far-se-á sempre acompanhada de uma onda de choque, também chamada onda de detonação. E esta onda de choque que com sua frente de elevada pressão dinâmica, confere a detonação um enorme poder de ruptura.

Imagem da TNT do minecraft


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